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sábado, 31 de janeiro de 2009

emoções carregadas como armas,
prestes a explodir em seu coração...
dores como punhaladas cravadas em seu peito,
dor do desespero..
em não encontrar alguém,
em não se encontrar...
perdidos em seu mundo, divagando sobre os caminhos a serem percorridos.
Construir castelos em cima de ruínas,
assombrados pelas lembranças jamais esquecidas...e pra quê?
destinados ao caminho do deserto das esperanças que morreram aos poucos...
uma por uma...
se render? jamais.. não somos feitos para isso...
ou deveríamos ser?!...
delirío... desatino..até frescura...
somos tomados por loucos...
nunca por gênios incompreendidos...
só quando se morre é que se tem paz,
pelo menos é à isso que somos levados à pensar...
na morte como se fosse um descanso eterno...

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